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Google agora permite remover números de telefone das pesquisas

A Google já permitia aos utilizadores pedirem para alguns dos seus dados pessoais serem removidos das pesquisas da empresa, mas agora esta política expande-se para um conjunto de novos itens.

De acordo com as novas regras, os utilizadores podem agora pedir à Google para remover dos resultados de pesquisa as suas informações pessoais de contacto, como é o caso de endereços de email, moradas ou números de telefone. Também será possível pedir para remover dados de login que possam, indevidamente, surgir nas pesquisas.

Anteriormente a empresa analisava cada um dos pedidos deste género por caso, sendo que apenas eram removidos dados que eram considerados como parte de campanhas de doxing, ou usados em esquemas e fraudes. No entanto, estas novas regras agora serão mais abrangentes, permitindo a qualquer um remover informação que considerem pessoal dos resultados de pesquisa.

No entanto, esta medida aplica-se apenas a pedidos feitos por individuais. Empresas ou personalidades com números e contactos públicos não podem simplesmente pedir para remover os mesmos dos resultados – já que essa informação deve ser pública de qualquer forma.

O foco será permitir aos utilizadores terem mais controlo sobre quais os dados pessoais que podem surgir nas pesquisas, e pode ajudar também a evitar casos de doxing ou de roubo de informações pessoais.

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Facebook e Instagram podem ter de fechar na Europa

Esta noticia surgiu hoje de amanhã e até parece ser FakeNews, mas não é.
Quem coloca esta possibilidade é a própria Meta, a nova empresa gestora liderada por Mark Zuckerberg, num relatório divulgado esta semana, onde a Meta encara o encerramento dos seus serviços na Europa como uma possibilidade.

 

As coisas parecem mesmo não estar a correr bem à Meta, já que no relatório trimestral divulgado a semana passada, a Meta admitiu, pela primeira vez, que está a perder utilizadores, o que fez com que as ações da empresa caíssem quase 25% e tornou-se a maior queda que a empresa já teve desde que está em cotação de mercado. Agora, esta situação é mais um problema para Mark Zuckerberg.

Facebook e Instagram podem fechar na Europa

No relatório apresentado à Securities and Exchange Commission pela Meta, a empresa delineou um cenário em que terá que fechar o Facebook e o Instagram na Europa.

Atualmente, a Meta processa os seus dados nos EUA e na Europa, no entanto, as novas leis europeias obrigam a que os dados dos utilizadores sejam mantidos e processadores em servidores na Europa, e este é o problema da Meta, já que a empresa afirma que o processamento de dados em todos os continentes é crucial para os seus negócios, tanto operacionalmente como para a segmentação de anúncios, uma das áreas mais rentáveis da empresa.

Assim, a Meta não conseguiu cumprir as novas regras, sendo que a consequência disso poderá ser que terá de deixar de oferecer alguns dos seus principais serviços na Europa, como é o caso do Instagram e Facebook.

Passamos a citar o relatório:

“Se uma nova estrutura de transferência de dados transatlântica não for adotada e não pudermos continuar a depender de SCCs ou de outros meios alternativos de transferência de dados da Europa para os Estados Unidos, provavelmente não poderemos oferecer vários dos nossos produtos mais significativos e serviços, incluindo Facebook e Instagram, na Europa, que afetariam material e adversamente os nossos negócios, condição financeira e resultados operacionais.”

Em comentário oficial a este relatório, Vice-presidente de Assuntos Globais da Meta, Nick Clegg diz que as novas regras terão um impacto muito negativo para todos, sejam empresas grandes ou pequenas, em vários setores. A Meta pede que os reguladores adotem uma abordagem proporcional e pragmática para minimizar a interrupção dos muitos milhares de empresas que, como o Facebook, confiam nesses mecanismos para transferir dados de uma maneira segura”

Quer dizer que o Facebook e o Instagram podem mesmo fechar?

Diremos que é muito pouco provável e se acontecer, este relatório terá como principal objetivo o envio de uma mensagem aos reguladores europeus, para que percebam quais são as consequências para uma empresa como a Meta.

Não viria isto como parece ser: uma ameaça. A verdade é que existem muitas empresas que promovem os seus negócios a nível global e com a limitação da partilha de dados, iria limitar muito esta promoção, o que acabaria por impactar as empresas. Mas, obviamente que também a Meta.

Com estas novas regras, a Meta teria dificuldades em segmentar a publicidade, o que acabaria por impactar as receitas da empresa, mas certamente que encerrar o Instagram ou o Facebook na Europa, traria ainda mais problemas para a própria empresa.

 

Qual é a posição da Meta?

Com estas notícias a virem para o conhecimento público, o porta-voz oficial da empresa indicou que a Meta não tem quaisquer intenções ou planos para saírem da Europa.

Segundo a Meta, “Não temos absolutamente nenhum desejo e nenhum plano para sairmos da Europa, mas a simples realidade é que a Meta e muitas outras empresas, organizações e serviços dependem de transferências de dados entre a UE e os EUA para operar serviços globais. Como outros empresas, seguimos as regras europeias e contamos com cláusulas contratuais padrão e proteções de dados apropriadas para operar um serviço global. Fundamentalmente, as empresas precisam de regras globais claras para proteger os fluxos de dados transatlânticos a longo prazo e, como mais de 70 outras empresas em uma ampla gama de indústrias, estamos monitorizando de perto o impacto potencial nas nossas operações europeias à medida que esses desenvolvimentos avançam”.

 

Fonte: PocketNow e CityAM

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Principais insights e 5 tendências de marketing digital para 2022

No marketing digital, os efeitos da pandemia mudaram muitas regras do jogo e foi uma espécie de laboratório de tendências de comportamento, desde a mudança de hábitos de consumo até a forma de se relacionar.

Já sabemos que o digital é a tendência para qualquer negócio. No entanto, haverá sempre tendências de marketing que se destacam das restantes e que serão as mais indicadas para a sua empresa. Conhecer as principais tendências de marketing digital pode fazer a diferença.

 

1. Consolidação definitiva do TikTok

A rede social que começou virada para o público mais jovem, é hoje em dia uma ferramenta incrível para divulgação de marcas e potencializadora de vendas. Seja a própria marca a desenvolver o canal, ou dando essa responsabilidade a influenciadores, falamos de uma rede que chega a milhões de utilizadores de forma rápida, divertida e com elevadas taxas de “engagement”.

2. Social selling

Não é novidade nenhuma que as redes sociais são uma ótima forma de comunicar a sua oferta aos seus clientes. A novidade que se tem vindo a afirmar é a venda direta ou indireta através das redes sociais. Ou seja, para além de poder divulgar os seus produtos e remeter os consumidores para o seu website, já é possível realizar também vendas diretamente através de plataformas como o Instagram.

3. Menos publicações, mais qualidade

Pode parecer uma contradição, mas é uma tendência de marketing para 2022. Mais do que comunicar todos os dias conteúdo pouco relevante, a aposta deve passar por ter menos publicações, mas com conteúdo mais interessante, informativo e que leve as pessoas a guardarem-no para consultas futuras e partilhar com amigos.

4. Conversar com os clientes

O Whatsapp não serve só para trocar memes e conversar com um grupo de amigos. É uma ótima forma de criar uma ligação com os clientes. Adicionar um botão Whatsapp no seu site permite que os clientes possam tirar as suas dúvidas no momento, acelerando o processo de conversão e aumentando as vendas.

5. Conteúdo interativo e criativo

Quando milhares de marcas estão a comunicar todos os dias, a forma de se conseguir destacar é através de conteúdo que fique na memória do público. Pense em como se pode diferenciar e não tenha medo de arriscar.

 

 

É importante salientar que os valores aplicados às estratégias de marketing nunca devem ser encarados como gastos, mas sim como investimentos.

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Apagão mostrou que o mundo está “dependente” do Facebook

A interrupção dos serviços do Facebook, Messenger, Instagram e WhatsApp na segunda-feira expôs como o mundo virtual que gira em torno de uma só empresa. Especialistas acreditam que a posição dominante do Facebook no mercado pode vir a ser considerada monopolista.

Na segunda-feira, dia 4 de Outubro de 2021 as plataformas Facebook, Messenger, Instagram e WhatsApp estiveram em baixo durante mais de seis horas.

Na segunda-feira, dia 4 de Outubro de 2021 as plataformas Facebook, Messenger, Instagram e WhatsApp estiveram em baixo durante mais de seis horas.

Facebook Inc. sofreu um apagão mundial que durou mais de seis horas e comprometeu os serviços das plataformas sociais que detém: Facebook, Messenger, Instagram e WhatsApp. Uma anomalia que a empresa entretanto justificou dever-se a um defeito numa mudança de configuração, sem adiantar mais esclarecimentos, depois de ter divulgado um pedido de desculpas aos utilizadores. Desculpas aceites, o mundo regressou às redes sociais depois de ter experienciado um dos períodos mais longos sem acesso. A falha, que fez perder seis mil milhões de dólares a Mark Zuckerberg, desnudou o controlo monopolista que a gigante tecnológica exerce não só no mercado, mas também nas atividades diárias da sociedade.

Fica agora uma pergunta.

Porque é que as redes sociais não são suficientemente boas para estabelecer o seu negócio online?

Algumas razões para não confiar (apenas) nas redes sociais:

1. o alcance orgânico está a diminuir

À medida que os algoritmos de várias redes sociais vão sendo alterados, é cada vez mais difícil chegar – organicamente – a muitas pessoas. É uma forma que estas plataformas têm de ser rentabilizadas: para chegar a mais gente, terá – eventualmente – que pagar.

2. estas plataformas não lhe pertencem

Sim, é o criador dos perfis que tem; possui uma password que só o leitor conhece e acha que o seu conteúdo está salvo. Bem… pode não ser o caso. Na eventualidade de uma das redes sociais que utiliza se extinguir, o seu conteúdo desaparecerá com ela.

3. não permitem obter tantas métricas como um website

Quando tem um website, especialmente um website com loja online, pode analisar inúmeras métricas: onde é que os visitantes clicam mais no website, quanto tempo passam lá, qual é a taxa de rejeição do website, quantas pessoas desistem da compra já com os itens no carrinho, etc. Nas redes sociais, aquilo que pode analisar nos seus perfis é bastante mais limitado.

4. não contribuem tanto para o SEO

Noutras palavras, quando se trata de SEO, o alto engajamento nas redes sociais só importa se estiver a fluir para conteúdo de alta qualidade

Com isto não significa que deva desistir das redes sociais! As vantagens de estar presente nas redes sociais ultrapassam as desvantagens.

Entre os vários benefícios do seu negócio estar nas redes sociais, destacam-se:

  • O aumento do reconhecimento da marca;
  • A possibilidade de interagir com clientes e possíveis clientes;
  • Humanizar a sua marca;
  • Aumentar e direcionar tráfego para o seu website (por isso convém ter um!)
  • Gerar leads;
  • Aumentar vendas;
  • Criar parcerias com influenciadores;
  • Promover conteúdo do website.

Concluindo…

Ter presença nas redes sociais com a sua marca ou empresa é muito bom, mas neste momento precisa mesmo de um website? Já precisava de um assim que começou o seu negócio.

Se acha que não tem orçamento para um website, pense nisto: o preço de criar e manter um website é muito inferior ao preço de ser ultrapassado e perder clientes.

#whatsapp, #facebookdown e #instagramdown

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A PARTIR DE MARÇO DE 2021, GOOGLE EXCLUI WEBSITES QUE NÃO TENHAM VERSÃO MOBILE

O seu website ainda não é mobile-friendly? A partir de Março de 2021 vai  ser obrigatório!

O Google é o motor de busca mais utilizado em todo o mundo e os números da Netmarketshare não mentem: em desktop, 70,38% das pesquisas são feitas no Google, um número que sobe para 93,99% quando falamos em pesquisas em mobile.

Fonte: NETMARKETSHARE.COM


E se, até agora, ter uma versão mobile era um dos critérios do Google para indexar websites e apresentá-los nas suas páginas de resultados, a partir de Março de 2021 será o único critério e tudo muda: ou o seu website é mobile-friendly ou será completamente ignorado pelo Google!

Quer isto dizer que se o seu website tem apenas a versão para desktop, a partir de Março de 2021 deixa de estar indexado no Google, ou seja, não aparece nos resultados das pesquisas e, assim, perde tráfego e clientes.

A partir de Março de 2021, o Google irá indexar apenas o conteúdo que existe na versão mobile, de forma a garantir que os utilizadores têm a mesma experiência quer visitem um website a partir de um computador, de um Tablet ou de um telemóvel.

PORQUÊ ESTA MUDANÇA?
Em 2016, o tráfego de dispositivos móveis ultrapassou o tráfego com origem em desktop e o Google decidiu testar um novo tipo de indexação. As tendências apontavam para o crescimento do mobile e, nesse sentido, o Google passou a favorecer websites responsivos ou com versões mobile em detrimento de outros.

Em 2018, com o mobile em franca expansão, o Google anunciou que passaria a dar prioridade a websites com versão mobile e estipulou uma data para que todos os websites se pudessem adaptar: setembro de 2020. Com a pandemia, o Google estendeu o prazo para março deste ano e, a partir daí, não há volta a dar: se o website tem apenas a versão para computador, não será indexado no Google.

Esta decisão é baseada no comportamento dos utilizadores e, mais uma vez, os números não mentem: três em cada cinco pesquisas são feitas através de dispositivos móveis!

 

Conclusão

  1. Os websites que estão apenas visíveis para desktop em Março de 2021 vão deixar de estar indexados no Google.
  2. Apenas o conteúdo que existe na versão mobile do website vai ser indexada e posicionada no motor de busca.
  3. Deve confirmar que a versão mobile do website representa corretamente o conteúdo para o qual está a tentar posicionar-se no Google.
  4. O conteúdo exclusivo para desktop será completamente ignorado.

 

Se o Website da sua empresa não é mobile-friendly, lembre-se que tem até Março de 2021 para resolver este problema.

Fonte: GOOGLE

 

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Obrigado Google – COVID 19 – $800+ million to support small businesses and crisis response

COVID-19: $800+ million to support small businesses and crisis response

As the coronavirus outbreak continues to worsen around the world, it’s taking a devastating toll on lives and communities. To help address some of these challenges, today we’re announcing a new $800+ million commitment to support small- and medium-sized businesses (SMBs), health organizations and governments, and health workers on the frontline of this global pandemic.

Our commitment includes:

  • $250 million in ad grants to help the World Health Organization (WHO) and more than 100 government agencies globally provide critical information on how to prevent the spread of COVID-19 and other measures to help local communities. This is an increase from our initial $25 million announced last month. In addition, we’re providing $20 million in ad grants to community financial institutions and NGOs specifically to run public service announcements on relief funds and other resources for SMBs.
  • A $200 million investment fund that will support NGOs and financial institutions around the world to help provide small businesses with access to capital. As one example, we’re working with the Opportunity Finance Network in the U.S. to help fill gaps in financing for people and communities underserved by mainstream financial institutions. This is in addition to the $15 million in cash grants Google.org is already providing to nonprofits to help bridge these gaps for SMBs.
  • $340 million in Google Ads credits available to all SMBs with active accounts over the past year. Credit notifications will appear in their Google Ads accounts and can be used at any point until the end of 2020 across our advertising platforms. We hope it will help to alleviate some of the cost of staying in touch with their customers.
  • A pool of $20 million in Google Cloud credits for academic institutions and researchers to leverage our computing capabilities and infrastructure as they study potential therapies and vaccines, track critical data, and identify new ways to combat COVID-19. Learn how to apply for credits on the Google for Education site.
  • Direct financial support and expertise to help increase the production capacity for personal protective equipment (PPE) and lifesaving medical devices. We’re working with our longtime supplier and partner Magid Glove & Safety, with the goal of ramping up production of 2-3 million face masks in the coming weeks that will be provided to the CDC Foundation. Additionally, employees from across Alphabet, including Google, Verily and X, are bringing engineering, supply chain and healthcare expertise to facilitate increased production of ventilators, working with equipment manufacturers, distributors and the government in this effort.

In addition to these commitments, we also increased the gift match Google offers every employee annually to $10,000 from $7,500. That means our employees can now give $20,000 to organizations in their communities, in addition to the $50 million Google.org has already donated. Together, we’ll continue to help our communities—including our businesses, educators, researchers and nonprofits—to navigate the challenges ahead.

 

 

https://blog.google/inside-google/company-announcements/commitment-support-small-businesses-and-crisis-response-covid-19/

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Google Adwords continuação

Crie os seus anúncios

O utilizador cria anúncios e escolhe palavras-chave, as quais são palavras ou expressões relacionadas com a sua empresa. Obter ideias de palavras-chave
Os seus anúncios são apresentados no Google

Quando as pessoas pesquisam no Google utilizando uma das suas palavras-chave, o seu anúncio poderá ser apresentado ao lado dos resultados da pesquisa. Agora está a anunciar para um público-alvo que já está interessado na sua empresa.
Atrai clientes

As pessoas podem simplesmente clicar no seu anúncio para efectuar uma compra ou saber mais sobre si.

PORQUE FUNCIONA:
O Google AdWords oferece-lhe:
Alcance segmentado

Agora pode anunciar para as pessoas que efectuam pesquisas no Google. Mesmo que o seu anúncio já seja apresentado nos resultados de pesquisa do Google, o AdWords pode ajudá-lo a segmentar novos públicos-alvo no Google e na rede de publicidade.
Maior controlo

Pode editar os seus anúncios e ajustar o orçamento até obter os resultados pretendidos. Também pode apresentar uma variedade de formatos de anúncios e, inclusivamente, segmentá-los para localizações geográficas e idiomas específicos.
Valor mensurável

Não existe requisito de gasto ou compromisso de tempo mínimo. Com a opção de custo por clique, só lhe será cobrado se os seus anúncios receberem cliques. Isto significa que cada euro do seu orçamento é utilizado para obter novos potenciais clientes.

CUSTOS E PAGAMENTOS:
Preocupado com os custos? Não se preocupe – o AdWords permite que controle totalmente os seus gastos.
Definir o orçamento

Não existe requisito de gasto mínimo – o valor pago para o AdWords é escolhido pelo utilizador. É possível, por exemplo, definir um orçamento diário de cinco dólares e um custo máximo de dez cêntimos por cada clique no seu anúncio.
Evitar especulação

Disponibilizamos estimativas de custos e tráfego de palavras-chave de modo a tomar decisões informadas sobre a escolha de palavras-chave e maximização do seu orçamento. (Estimar custos de palavras-chave)
Pagar apenas pelos resultados

A cobrança só é efetuada se alguém clicar no seu anúncio e não quando este for apresentado.

As opções de pagamento variam em função do país e da moeda.

Segmentação regional e local!

Defina os seus anúncios para serem apresentados apenas a pessoas que pesquisam numa determinada região. Agora é fácil segmentar clientes on-line a cerca de 40 quilómetros da sua porta. Saiba mais

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Google AdWords

A Internet está a crescer e a mudar o mundo, o modo como comunicamos, consultamos notícias, fazemos negócios, procuramos informação, redes sociais. O Google AdWords tem uma parte importante nessa mudança, na parte da publicidade.

A Internet teve mil milhões de utilizadores em Dezembro de 2008 fonte Marktest.
Já ninguém procura produtos ou serviços nas páginas amarelas… Onde é que tu procuras? Talvez no Google…

Fazer publicidade numa revista ou jornal ou televisão pode te custar 2000 €uros. Uma Pequena ou Media Empresa, um empresário em nome individual, um WebDeveloper, Webmaster, WebDesigner não possuem orçamento para gastar essa quantia de dinheiro em publicidade. Mas, para além do dinheiro temos que analisar a dimensão do negócio, que por vezes limita-se a uma área geográfica, pois assim não rentabiliza a publicidade ao máximo.

Mas com o Google AdWords é a publicidade mais completa para qualquer Pequena e Media Empresa, para um empresário em nome individual. Quem decide és tu quanto é que queres gastar. Esta publicidade tem um retorno imediato.
Podes medir esse retorno e saber quanto é que te custou cada cliente, quanto custou cada clique.

Para perceber melhor este sistema tens aqui uma pequena apresentação em vídeo de 4 minutos sobre o Google AdWords: